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Cobertura vacinal

Mato Grosso registra aumento de cobertura vacinal para crianças em 2023

Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde são preliminares e correspondem ao período de janeiro a outubro de 2023, comparados com todo o ano de 2022

Saúde | 27 de Dezembro de 2023 as 07h 30min
Fonte: O documento

Foto: Divulgação

Mato Grosso registrou aumento na cobertura vacinal em sete das oito vacinas recomendadas no calendário infantil para crianças com um ano de idade, com destaque para os números da hepatite A, que saltaram de 79,4% no ano passado, para 84,5% neste ano, o que representa um crescimento de 6,4 pontos percentuais, e para as aplicações da DTP (difteria, tétano e coqueluche), que passaram de 75,2% em 2022 para 80,3% em 2023.

O imunizante contra a poliomielite também passou de 75,8% no ano passado para 79,1% neste ano. Os dados divulgados pelo Ministério da Saúde são preliminares e correspondem ao período de janeiro a outubro de 2023, comparados com todo o ano de 2022.

No estado, a aplicação da pneumocócica passou de 84,2% no ano passado para 86,4% em 2023. As coberturas das 1ª e 2ª doses de tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) registraram crescimento e passaram de 87% para 90,5% e de 46% para 54,3%, respectivamente.

A vacina contra a febre amarela, indicada aos nove meses de idade, passou de 70,6% em 2022 para 75,3% neste ano.

O sucesso da estratégia de regionalização, a partir do microplanejamento, levou à melhora dos índices vacinais para a DTP em todas as unidades da federação. Além disso, 26 unidades federativas aumentaram a cobertura contra a poliomielite e da primeira dose do tríplice viral. Também: 24 estados tiveram alta na cobertura contra a hepatite A, meningocócica e segunda dose de tríplice viral; e 23 melhoraram a cobertura da vacina pneumocócica.

Ao longo de todo o ano, as equipes do Programa Nacional de Imunizações (PNI) percorreram o Brasil realizando oficinas com as secretarias de saúde e buscando soluções viáveis para a realidade de cada local. Entre as estratégias realizadas estão a imunização extramuros, ampliação do horário das salas de imunização e busca ativa de não vacinados. A ideia foi permitir que o município se organizasse e se planejasse considerando a sua realidade local. Neste sentido, a estratégia de imunização foi adaptada conforme a população, a estrutura de saúde, a realidade socioeconômica e geográfica.

O Ministério da Saúde também trabalha para redirecionar a base de dados do Sistema de Informação da Atenção Básica (SISAB). Até o primeiro semestre de 2024, todos os números estarão incorporados à Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS). Com a migração, as coberturas vacinais vão refletir melhor a situação atual. Um exemplo é a cobertura da vacina pneumocócica que, em projeção, passaria de 78,5% para 83,3%.

Outros fatores podem contribuir para que as coberturas vacinais calculadas para 2023 ainda não reflitam totalmente os ganhos alcançados ou, até, dificultaram avanços ainda mais expressivos. Municípios com sistemas de informação próprios ou que fazem uso offline podem demorar até quatro meses para enviar o dado de doses aplicadas.