Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Bom dia, Sexta Feira 17 de Setembro de 2021

Política

Nilson Leitão ressurge e é apontado como favorito para o Governo do Estado

Sem cargo eletivo desde 2018, Leitão é o preferido do sinopense para o Palácio Paiaguás

Sinop | 27 de Agosto de 2021 as 18h 29min
Fonte: Jamerson Miléski

Foto: GC Notícias

Vivendo uma espécie de ostracismo político desde a derrota na disputa pelo Senado Federal em 2018, Nilson Leitão (PSDB), ressurge no cenário agora como possível candidato a governador de Mato Grosso.

É o que aponta a pesquisa realizada pelo Instituto Ética, entre os dias 21 e 22 de agosto, que entrevistou 422 cidadãos de Sinop, de diferentes bairros da cidade. Na sondagem sobre as preferências do eleitorado para o cargo de governador, Leitão foi o mais lembrado, com 25,8% das indicações. Se as eleições fossem hoje, conforme a pesquisa, em Sinop Leitão teria mais votos que o atual governador, Mauro Mendes (DEM), que somou 20,4% das intenções de voto.

Leitão tem um extenso currículo político. Foi vereador, deputado estadual e prefeito de Sinop em 2000, aos 30 anos de idade – se reelegendo para o cargo. Em 2010, se elegeu deputado federal, sendo reconduzido para o cargo em 2014. Em 2018 alçou o cargo de Senador, mas seu projeto político foi considerado fracassado. Leitão ficou longe dos eleitos, totalizando apenas 12% dos votos válidos.

Na pesquisa, Leitão e Mendes rivalizam a preferência do eleitorado sinopense. Porém, juntos os dois nomes não chegam a 50% das intenções de voto. 27,7% dos entrevistados declararam que não votariam em nenhum dos nomes propostos e 18,2% não responderam. Também pontuaram o ex-prefeito de Sorriso, Dilceu Rossato (1,4%), o atual prefeito de Sorriso, Ari Lafin (1,2%), o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (0,9%) e José Carlos do Pátio, de Rondonópolis (0,7%). Outros nomes somaram 3,6%.

A pesquisa é quantitativa e tem uma margem de erro de 4,6%. O intervalo de confiança é de 95%.