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Boa tarde, Quarta Feira 18 de Maio de 2022

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Polícia

Alunos tentam comprar arma para cometer “terrorismo” em escola militar

Conselho Tutelar acompanha caso de adolescente que estaria planejando atentado em escola em Sinop

Sinop | 05 de Abril de 2022 as 17h 00min
Fonte: Visão notícias

Foto: Divulgação

O caso veio ao conhecimento da direção da Escola Estadual Militar Tiradentes – “2º Sargento PM Claudemir França Maciel” no início desta semana em Sinop. A escola foi procurada pela mãe de um dos alunos do 1º Ano. Em conversa com a direção, ela relata que teria a possibilidade de seu filho e outro amigo estarem planejando um suposto atentado contra alunos da instituição.

Após tomar conhecimento das denúncias, o site Visão Notícias entrou em contato com o Major Manoel Fernandes Dantas, responsável pela escola, que confirmou a informação de ter sido procurado pela genitora. “A denunciante ao verificar o celular do filho, notou a troca de mensagens entre ele e outro amigo, no qual, relatava que estava procurando uma arma para comprar e praticar o atentado na escola”, disse o Major ao site Visão Notícias.

Na mensagem vista pela mãe, o adolescente disse que iria cometer um ato de terrorismo nas dependências da escola.

Uma guarnição foi acionada para comparecer na escola e posteriormente elaborou um boletim de ocorrência. “Encaminhamos o caso também para o Conselho Tutelar onde será conversado com os adolescentes, de 15 e 16 anos. Estamos encaminhando a denúncia ao Ministério Público esta tarde para que possa acompanhar o caso”, concluiu Dantas.

O conselheiro tutelar Everton Andrei Munis dos Santos, responsável pelo caso, confirmou que foi procurado pela genitora e as medidas estão sendo adotadas. “A mãe teria notado um comportamento incomum do filho, e, resolveu aplicar um castigo retirando o aparelho celular. Ela verificou algumas mensagens e nelas constava o possível atentado”, disse o conselheiro.

Para a mãe, o adolescente relatou que estaria brincando com o colega.

De acordo com o conselheiro, o adolescente deve passar por uma avaliação de um psicólogo que deverá estudar o seu caso.

A Polícia Civil também deve começar as investigações.