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Rumos da greve

UFMT contraria Governo Federal e vota pela continuação da greve

Professores anunciaram que uma assembleia geral será realizada na próxima semana para definir os rumos da greve

Geral | 25 de Junho de 2024 as 00h 18min
Fonte: Redação PP

Foto: Divulgação

A UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) optou por não encerrar a greve nos campus da instituição, e deve votar na próxima segunda-feira (1) em assembleia geral se aceita o indicativo de saída proposto pelo ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior).

Os professores paralisaram as atividades no dia 20 de maio, em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Barra do Garças.

Professores da UFMT realizaram uma reunião do comando local de greve e comunicou a decisão:

“O debate sobre os rumos da greve dos docentes da UFMT, conforme orientação do Comando Nacional de Greve do Andes-setor nacional, será decidido com a Adufmat [Associação dos Docentes Federais de Mato Grosso] na assembleia da próxima segunda-feira (01), às 13h. Mais informações nos próximos dias”, disse Maelisson Neves, diretor-geral da Adufmat.

 

Situação nacional

O Andes-setor nacional adiantou que as paralisações deverão ser completamente finalizadas até o próximo dia 3 de julho. Contudo, cada instituição vai avaliar internamente como proceder.

Conforme o acordo do MGI (Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos) com o Andes, as aulas devem ser retomadas na próxima quarta-feira (26) após o acordo ser assinado entre os órgãos.

O martelo sobre o fim da greve foi batido após assembleias estaduais analisarem proposta de reajuste apresentada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após 69 dias de paralisação.

Entre as condições para a saída das instituições da greve, está o reajuste em 2025 e 2026 com percentuais diferentes para cada classe profissional, além da revogação da portaria que elevou carga horária semanal aos docentes. A medida está em vigor desde 2020.

De todos os envolvidos, a única categoria que, até agora, refutou a proposta foi a de técnicos-administrativos. Ainda segundo o sindicato, 55 universidades estavam em greve.

Nesta segunda-feira (24) a Fasubra (Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-administrativos) para reavaliar as estratégias em relação à categoria.