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Solto após fiança

Suplente de vereador quita pensão de R$ 94 mil após ser preso em abordagem em Sinop

Rafael Galvan tinha um mandado de prisão em aberto desde 11 de maio por falta de pagamento de pensão. No mesmo dia após a prisão, ele quitou a dívida e foi solto sob fiança.

Geral | 20 de Maio de 2026 as 14h 26min
Fonte: g1-MT

Foto: Vicente de Souza

O suplente de vereador por Rondonópolis (MT) e agricultor, Rafael Galvan (Novo), preso durante uma abordagem na BR-163, em Sinop (MT), na segunda-feira (19), quitou a dívida de pensão no valor de R$ 94 mil e foi solto em liberdade provisória no mesmo dia após também pagar fiança, conforme a Justiça.

Rafael tinha um mandado de prisão em aberto desde 11 de maio por falta de pagamento de pensão. Durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o suplente foi flagrado em posse de uma arma de fogo. Após checagem ao sistema da polícia, os agentes também descobriram o mandado em aberto.

O g1 entrou em contato com a defesa de Rafael Galvan, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. No perfil oficial das redes sociais, Rafael postou vídeo logo após a soltura agradecendo aos seguidores, mas não se posicionou sobre o caso.

Segundo a PRF, Rafael foi preso por posse irregular de arma de fogo e também pela falta de pagamento da pensão. Na delegacia da Polícia Civil de Sinop, ele chamou atenção ao sorrir para a foto do registro da ocorrência.

No mesmo dia, o suplente foi encaminhado para audiência de custódia. Conforme a decisão, foi arbitrada fiança no valor de R$ 7 milpodendo ser parcelada em duas vezes. Além disso, deverá comparecer ao juízo para informar e justificar suas atividades; não se ausentar da Comarca por mais de oito dias, sem autorização judicial; não portar armas e não cometer novos crimes.

Rafael Galvan é filho de Antonio Galvan, pré-candidato ao Senado e uma das principais lideranças do agronegócio em Mato Grosso. Em nota, o pai afirmou que o filho deverá arcar com todas as consequências das decisões perante a Justiça.

"A Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Civil cumpriram seu papel dentro da legalidade, exercendo corretamente suas funções na condução da ocorrência e no cumprimento da decisão judicial", ressaltou.

Outra prisão

Em abril do ano passado, Rafael foi detido em Limeira, no interior de São Paulo, por suspeita de violência doméstica, ameaça, perseguição e descumprimento de medida protetiva contra a ex-mulher.

Conforme a Justiça, ele foi alvo de duas ações envolvendo perseguições a ex-companheiras.

 

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