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Monitor de violência

MT registra a maior taxa de assassinatos do Centro-Oeste

O estudo abrangeu homicídios dolosos (incluindo feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte

Geral | 13 de Março de 2024 as 07h 22min
Fonte: PNB Online

Foto: Divulgação

Mato Grosso registrou em 2023 a maior taxa de assassinatos de toda a região Centro-Oeste. É o que apontou a edição final do levantamento periódico realizado pelo Monitor da Violência. O estudo abrangeu homicídios dolosos (incluindo feminicídios), latrocínios e lesões corporais seguidas de morte.

Os dados apontam que o total de mortes violentas para cada 100 mil habitantes em Mato Grosso chegou a 25,6. O número é 6,2 pontos superior à média nacional . O índice no vizinho Mato Grosso do Sul foi 16,2, enquanto no Goiás foi 15,4. O menor resultado da região foi registrado no Distrito Federal, onde o índice foi de 9,9.

Apesar do alto índice em Mato Grosso, o resultado ainda é ligeiramente menor que o registrado em 2022. Enquanto no ano passado houve 936 assassinatos, em 2022 963 mortes violentas foram registradas, apontando para uma variação de -2,8%. Neste mesmo intervalo, a maior variação do país foi identificada no Amapá, onde o aumento de assassinatos foi de 49,5%.

Em âmbito nacional, houve uma queda de 4% no número de assassinatos em 2023 em comparação com o ano anterior, marcando o terceiro declínio consecutivo e a menor taxa desde 2007. A redução foi generalizada, com a maioria (21) das unidades da federação registrando menos assassinatos em 2023. Cinco estados (Amapá, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Maranhão) viram aumentos, enquanto o Ceará manteve-se estável.

O índice de assassinatos por 100 mil habitantes do país também caiu, passando de 20,3 em 2022, para 19,4 em 2023. O número foi calculado com base na população brasileira de 2022, e pode mudar quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar as estimativas oficiais de população para 2023.

O Monitor da Violência é uma colaboração entre o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) e o portal de notícias G1.