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Economia estadual

Greve dos fiscais federais podem afetar exportações de carne de Mato Grosso e preocupa pecuaristas

O presidente da Acrimat Oswaldo Ribeiro Júnior alerta que paralisação causará impactos na economia

Geral | 22 de Fevereiro de 2024 as 17h 12min
Fonte: O documento

Foto: Divulgação

O anúncio da paralisação dos fiscais do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) pelo Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical) preocupa os pecuaristas de Mato Grosso e as consequências para as exportações de carne bovina, um dos carros-chefe da economia estadual.

Por meio de nota, o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Oswaldo Ribeiro Júnior, disse que entende a importância da reivindicação dos profissionais de fiscalização em busca de equiparação salarial e melhoria das condições de trabalho, contudo, o movimento não pode comprometer nenhuma das fases da atividade agropecuária: produção, industrialização, transporte ou distribuição.

A paralisação anunciada já impactou no fluxo de milhares de caminhões na fronteira de Foz do Iguaçu (PR), divisa entre Brasil e Paraguai. “A cadeia produtiva da carne é sustentada por um elo robusto que não pode ser rompido, e é exatamente isso que estamos presenciando com a extensão dessa paralisação. Além de afetar diretamente a produção, a continuidade desse movimento prejudicará as exportações de carne e a saída de produtos perecíveis, impactando negativamente toda a economia”, destacou o presidente.

Segundo Oswaldo, os efeitos iniciais já se notam na linha de produção, refletindo no prolongamento da espera dos embarques.  Com isso, animais de confinamento prontos para entrega ficarão retidos aguardando liberação. “É crucial ressaltar que a escala de abate já estava estendida nas últimas semanas e, com essa paralisação, os prejuízos se agravarão, repercutindo de forma mais expressiva na economia do país. A Acrimat solicita a prudência e o diálogo construtivo entre as partes envolvidas, visando a rápida resolução dessa situação, a fim de evitar danos irreparáveis à cadeia produtiva e à economia nacional”, finalizou a nota.