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Foi pra zoológico

Búfalo albino 'sósia' de Donald Trump é salvo de sacrifício em Bangladesh após viralizar

Animal virou sensação nas redes sociais por semelhança com o presidente dos EUA e agora será levado para o zoológico nacional

Geral | 27 de Maio de 2026 as 22h 54min
Fonte: Redação do Um Só Planeta

Foto: Divulgação

O búfalo albino apelidado de “Donald Trump” por causa da longa pelagem loira que cobre sua cabeça foi poupado de um sacrifício religioso em Bangladesh após viralizar nas redes sociais e atrair multidões curiosas.

O animal, de cerca de 700 quilos, seria abatido durante o Eid al-Adha — conhecido como a “Festa do Sacrifício”, uma das principais celebrações do calendário islâmico, realizada nesta quinta-feira em Bangladesh, país de maioria muçulmana no sul da Ásia.

Mas horas antes do sacrifício, o governo interveio para salvar o búfalo, que agora ficará sob os cuidados do zoológico nacional em Daca, capital do país.

Um visitante tira uma selfie com búfalo apelidado em homenagem ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. — Foto: Mushfiqul Alam/NurPhoto via Getty Images
Um visitante tira uma selfie com búfalo apelidado em homenagem ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. — Foto: Mushfiqul Alam/NurPhoto via Getty Images

Segundo Atiqur Rahman, curador do zoológico, um espaço exclusivo foi preparado para receber o animal. “Designamos um abrigo para o búfalo albino e um cuidador responsável por ele”, afirmou Rahman à agência AFP. “Ele ficará em quarentena por duas semanas.”

O apelido surgiu por causa da pelagem clara e volumosa do animal, considerada parecida com o cabelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Zia Uddin Mridha, antigo dono do búfalo, contou que o irmão foi quem deu o nome ao animal por causa do “cabelo extraordinário”. Segundo ele, uma multidão passou a visitar a propriedade para tirar fotos com a celebridade improvável das redes sociais.

“Havia visitantes o tempo todo, fãs das redes sociais, curiosos e crianças”, disse. Mesmo com a fama, o búfalo acabou vendido antes da celebração religiosa. A transferência, porém, foi interrompida após autoridades do departamento de pecuária pedirem que o animal fosse preservado por ser raro.

“Ainda é um búfalo muito jovem e pode ser criado por mais alguns anos”, afirmou Mohammad Ruhul Quddus, chefe da delegacia de Keraniganj, região próxima a Daca.

Mais de 12 milhões de animais, incluindo cabras, ovelhas, vacas e búfalos, devem ser sacrificados durante o Eid al-Adha em Bangladesh. Para muitas famílias pobres, a data representa uma das raras oportunidades de consumir carne ao longo do ano.


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