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Boa tarde, Quinta Feira 16 de Setembro de 2021

Geral

Associação pede liberação de venda e consumo de bebidas em Sinop

O ofício foi encaminhado ao presidente do legislativo

Flexibilização | 13 de Abril de 2021 as 10h 30min
Fonte: Redação com assessoria

Foto: Leandro Couri

A Associação de Bares, Restaurantes e Similares – núcleo da CDL encaminhou ofício aos vereadores, para que fortaleçam o movimento que pede flexibilização no decreto de medidas de prevenção à Covid-19.

O pedido urgente é para que seja liberado o atendimento presencial até às 23h e a liberação de venda e consumo de bebidas no local.

De acordo com o presidente da Associação, Marcelo Barão, que usou um termo forte, durante sua explanação na reunião presencial com os parlamentares, segunda-feira à tarde na câmara, "o setor nem está mais na UTI, mas a caminho do cemitério e precisa de um respiro nesse momento, mesmo que permaneça com a redução de horário de atendimento e toque de recolher", disse.

O ofício foi encaminhado ao presidente do legislativo, Elbio Volkweis, que fez um apelo aos demais vereadores para que mobilizem os deputados de seus partidos, para buscar junto ao governo do Estado, a flexibilização, entendendo que a situação é caótica em mais de um ano de Pandemia e medidas restritivas.

“Fizemos cortes drásticos no quadro de colaboradores registrados, nossas reservas financeiras estão esgotadas, a busca pelas linhas de crédito é muito burocrática, enfim, não sabemos mais como honrar compromissos”, alegou Barão.

Também foi levantado na reunião, uma mobilização junto as águas de Sinop e Energisa para prorrogação dos vencimentos de água e energia para os empresários do setor.

Os cuidados com biossegurança estão sendo feitos rigorosamente nos estabelecimentos.

A CDL também protocolou ofício na prefeitura, apresentando os dados e alertando para o caos, que se instalou no setor, com os prejuízos acumulados.

Dados levantados pelo CISE, estimam que os prejuízos mensais em Sinop chegam a R$ 7,1 milhões, desde o início da pandemia, acumulando cerca de R$ 85 milhões em um ano.