Olá! Utilizamos cookies para oferecer melhor experiência, melhorar o desempenho, analisar como você interage em nosso site e personalizar conteúdo. Ao utilizar este site, você concorda com o uso de cookies.

Boa noite, Quarta Feira 17 de Julho de 2024

Menu

Crescimento de 7,6%

Mato Grosso registra mais de 86 mil novos negócios em 2023

No ranking nacional de criação de empresas em 2023, Mato Grosso ocupou a 11ª posição

Economia | 18 de Abril de 2024 as 08h 10min
Fonte: PNB Online

Foto: Reprodução

No decorrer de 2023, Mato Grosso registrou 86.792 novas empresas, conforme o Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian. O crescimento (7,6%) representou o maior avanço na região Centro-Oeste, seguido do estado do Goiás (3,7%). Distrito Federal e Mato Grosso do Sul apresentaram quedas, de -0,3% e -0,4%.

No ranking nacional de criação de empresas em 2023, Mato Grosso ocupou a 11ª posição. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro lideraram a lista, representando a região Sudeste.

Os dados anuais do Indicador de Nascimento de Empresas da Serasa Experian também apontam a criação de 3,9 milhões de novos empreendimentos no em 2023, marcando um crescimento de 1,0% em relação a 2022. O setor de ‘Serviços de Alimentação’ liderou as aberturas de empresas, com um aumento de 6,8%.

Luiz Rabi, economista da Serasa Experian, atribui o crescimento do setor de serviços de alimentação à crescente demanda por comida pronta, ao aumento da utilização de aplicativos de entrega, aos baixos custos iniciais para abertura de negócios e à vasta gama de possibilidades criativas. Ele ressalta que o Brasil oferece um ambiente propício para a inovação e o empreendedorismo.

Em termos de segmentos, os “Serviços” lideraram a criação de empresas em 2023, seguidos pelo “Comércio” e pela Indústria. A categoria “Demais”, que engloba segmentos primário, financeiro e terceiro setor, também contribuiu para o crescimento, ainda que em menor escala.

Quanto à formalização dos negócios em 2023, os Microempreendedores Individuais (MEIs) foram a escolha predominante, seguidos pelas Sociedades Limitadas, representando 20,4% do total.